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VIDA VIVA POEMAS

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

PROTESTANTISMO

Protestantismo é um dos principais ramos (juntamente com a Igreja
Católica e a Igreja Ortodoxa) do cristianismo. Este movimento
iniciou-se na Europa Central no início do século XV como uma reação
contra as doutrinas e práticas do catolicismo romano medieval. Os
protestantes também são conhecidos pelo nome de evangélicos.
As doutrinas das inúmeras denominações protestantes variam, mas
muitas incluem a justificação por graça mediante a fé somente,
conhecido como Sola fide, o sacerdócio de todos os crentes, e a
Bíblia como única regra em matéria de fé e ordem, conhecido como
Sola scriptura.
No século XVI, seguidores de Martinho Lutero fundaram igrejas
"evangélicas" na Alemanha e Escandinávia. As igrejas reformadas na
Suíça e França foram fundadas por João Calvino e também por
reformadores radicais como Ulrico Zuínglio. Thomas Cranmer reformou
a Igreja da Inglaterra e depois John Knox fundou uma comunhão
calvinista radical na Igreja da Escócia

PRÉ-REFORMA

A Pré-Reforma foi o período anterior à Reforma Protestante no qual se iniciaram as bases ideológicas que posteriormente resultaram na reforma iniciada por Martinho Lutero.

A Pré-Reforma tem suas origens em uma denominação cristã do século XII conhecida como Valdenses, que era formada pelos seguidores de Pedro Valdo, um comerciante de Lyon que se converteu ao Cristianismo por volta de 1174. Ele decidiu encomendar uma tradução da Bíblia para a linguagem popular e começou a pregá-la ao povo sem ser sacerdote. Ao mesmo tempo, renunciou à sua atividade e aos bens, que repartiu entre os pobres. Desde o início, os valdenses afirmavam o direito de cada fiel de ter a Bíblia em sua própria língua, considerando ser a fonte de toda autoridade eclesiástica. Eles reuniam-se em casas de famílias ou mesmo em grutas, clandestinamente, devido à perseguição da Igreja Católica Romana, já que negavam a supremacia de Roma e rejeitavam o culto às imagens, que consideravam como sendo idolatria. John Wycliffe.

No seguimento do colapso de instituições monásticas e da escolástica nos finais da Idade Média na Europa, acentuado pelo Cativeiro Babilônico da igreja no papado de Avignon, o Grande Cisma e o fracasso da conciliação, se viu no século XVI o fermentar de um enorme debate sobre a reforma da religião e dos posteriores valores religiosos fundamentais.

No século XIV, o inglês John Wycliffe,  considerado como precursor da Reforma Protestante, levantou diversos questionamentos sobre questões controversas que envolviam o Cristianismo, mais precisamente a Igreja Católica Romana. Entre outras idéias, Wycliffe queria o retorno da Igreja à primitiva pobreza dos tempos dos evangelistas, algo que, na sua visão, era incompatível com o poder político do papa e dos cardeais, e que o poder da Igreja devia ser limitado às questões espirituais, sendo o poder político exercido pelo Estado, representado pelo rei. Contrário à rígida hierarquia eclesiástica, Wycliffe defendia a pobreza dos padres e os organizou em grupos. Estes padres foram conhecidos como "lolardos". Mais tarde, surgiu outra figura importante deste período: Jan Huss. Este pensador tcheco iniciou um movimento religioso baseado nas ideias de John Wycliffe. Seus seguidores ficaram conhecidos como Hussitas.

REFORMA PROTESTANTE

A Reforma Protestante foi um movimento reformista cristão iniciado no início do século XVI por Martinho Lutero, quando através da publicação de suas 95 teses, em 31 de outubro de 1517 na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, protestou contra diversos pontos da doutrina da Igreja Católica, propondo uma reforma no catolicismo. Os princípios fundamentais da Reforma Protestante são conhecidos como os Cinco solas.

Lutero foi apoiado por vários religiosos e governantes europeus provocando uma revolução religiosa, iniciada na Alemanha, e estendendo-se pela Suíça, França, Países Baixos, Reino Unido, Escandinávia e algumas partes do Leste europeu, principalmente os Países Bálticos e a Hungria. A resposta da Igreja Católica Romana foi o movimento conhecido como Contra-Reforma ou Reforma Católica, iniciada no Concílio de Trento.

O resultado da Reforma Protestante foi a divisão da chamada Igreja do Ocidente entre os católicos romanos e os reformados ou protestantes, originando o Protestantismo.

ETIMOLOGIA

O termo protestante é derivado (via francês ou alemão Protestant[3])
do latim protestari.Significa declaração pública/protesto,
referindo-se à carta de protesto por príncipes luteranos contra a
decisão da Dieta de Speyer de 1529, que reafirmou o Édito de Worms
de 1521, banindo as 95 teses de Martinho Lutero do protesto contra
algumas crenças e práticas da Igreja Católica do século XVI.
O termo protestante não foi inicialmente aplicado aos reformadores,
mas foi usado posteriormente para descrever todos os grupos que
protestavam contra a Igreja Católica.
Desde aquele tempo, o termo protestante tem sido usado com diversos
sentidos, muitas vezes como um termo geral para significar apenas os
cristãos que não pertencem à Igreja Católica, Ortodoxa ou Ortodoxa
Oriental (inclusive àqueles cristãos que não pertencem à Igreja
Anglicana, pois esta mesma não se auto-define como católica ou
protestante).

HISTÓRIA DO PROTESTANTISMO


Os "reformadores" foram pessoas de vasta cultura teológica e humanista: Calvino estudou em Sorbonne e seu pai era bispo; Lutero foi monge e professor universitário da Bíblia; Zuínglio era sacerdote e humanista. De acordo com o programa dos humanistas, eles buscaram nas fontes da antiguidade cristã as bases para uma renovação religiosa. Lendo as Sagradas Escrituras e retornando aos Pais da Igreja, descobriram uma nova visão da fé e uma doutrina bíblica cristocêntrica.

Na Suíça de fala alemã, Ulrico Zuínglio, Johannes Oekolampad e outros começaram também uma tentativa de Reforma da Igreja Católica, de caráter mais urbano e enriquecida pelo humanismo de Erasmo de Roterdão.

A Igreja da Inglaterra não se deixou influenciar, num primeiro momento, pelo protestantismo, mas depois de sua quebra com a Igreja de Roma, começou uma aproximação com os ideais Reformados. Atualmente a maior parte das Igrejas da Comunhão Anglicana declaram-se Reformadas.
Iconoclastia protestante: o beeldenstorm durante a Reforma holandesa.
Destruição de ícones em Zurique (1524).

O protestantismo apresenta elementos em comum apesar de sua grande diversidade. A Bíblia é considerada a única fonte de autoridade doutrinal e deve ser interpretada de acordo com regras históricas e linguísticas, observando-se seu significado dentro de um contexto histórico. A salvação é entendida como um dom gratuito (presente, graça) de Deus alcançado mediante a fé. As boas obras não salvam, sendo resultados da fé e não causa de salvação. O culto sempre é no idioma vernáculo e em sua grande maioria é simples tendo como base as Escrituras Sagradas. O protestantismo histórico, conserva as crenças cristãs ortodoxas tais como a doutrina trinitária, a cristologia clássica, o credo niceno-constantinopolitano, entre outros. Os protestantes expressam suas posições doutrinais por meio de Confissões de Fé e breves documentos apologéticos. A Confissão de Augsburgo expressa a doutrina Luterana. As confissões reformadas incluem a Confissão Escocesa (1560), a segunda Confissão Helvética (1531), a Confissão de Fé de Westminster (1647), os 39 Artigos de Religião da Igreja da Inglaterra (1562), etc. As Declarações de Barmen contra o regime Nazista e a Breve Declaração de Fé da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos são exemplos de declarações de fé recentes.

O ensino religioso, tem como base o estudo de catecismos. No Luteranismo faz-se uso dos Catecismo Maior e Menor de Lutero. O catecismo de Heildelberg e o Catecismo Maior e Menor de Westminster são utilizados pelas Igrejas Reformadas. O protestantismo rejeita parte das doutrinas que caracterizam o catolicismo tais como: o purgatório, a supremacia papal, as orações pelos mortos, a intercessão dos santos, a Assunção de Maria e sua virgindade perpétua, a veneração dos santos, a transubstanciação, o sacrifício da missa, o culto às imagens etc.

O protestantismo, em maior parte, segue a doutrina Agostiniana da eleição. Estabelece que a salvação é pela graça (favor imerecido) de Deus. Para os protestantes a autoridade da Igreja está vinculada a obediência da palavra de Deus e não à sucessão apostólica. Assim sendo, a Igreja cristã existe onde se escuta e obedece a palavra de Deus.

O protestantismo se disseminou principalmente nos meios urbanos e através da nobreza. A difusão das ideias protestantes foi facilitada pela invenção da imprensa, que tornou possível a divulgação e a tradução da Bíblia nas línguas vernáculas. Desde então, as doutrinas cristãs passaram a necessitar do aval bíblico.
João Calvino.

No Concílio de Trento, os bispos católicos partidários de Roma optaram por limitar o aceso laico as escrituras, proibindo a tradução da Bíblia para o vernáculo e impondo a Vulgata em latim como a única Bíblia autorizada e aumentando o índice de livros proibidos aos fiéis (Index Librorum Prohibitorum).

A "Reforma" Protestante alcançou êxito em muitas áreas da Europa. Em sua forma Luterana é predominante no norte da Alemanha e em toda a Península Escandinava. Na Escócia surgiu a Igreja Presbiteriana. As Igrejas Reformadas também frutificaram nos Países Baixos, na Suíça e no oriente da Hungria. Com o desenvolvimento dos impérios europeus , principalmente o Império Britânico, nos séculos XIX e XX o protestantismo continuou a se expandir, se tornando uma fé de escala mundial. Atualmente mais de 600 milhões de pessoas professam alguma das diferentes manifestações do protestantismo no mundo.[carece de fontes]

O protestantismo assumiu três formas básicas: a luterana, a reformada (calvinista) e a anglicana. O protestantismo não possui organização centralizadora, porém suas igrejas estão organizadas em igrejas nacionais e em concílios internacionais tais como a Aliança Mundial de Igrejas Reformadas e a Federação Luterana Mundial.

O trabalho missionário do século XIX levou a cooperação interdenominacional e consequentemente ao movimento ecumênico do qual surgiu o Conselho Mundial de Igrejas. [carece de fontes] Fora desse protestantismo, que muitos estudiosos denominam "protestantismo magisterial", surgiu outro ramo que se distinguiu tanto do catolicismo como das igrejas protestantes de caráter histórico-nacional. Este ramo recebe o nome de Reforma Radical. O historiador George Williams distingue as seguintes correntes dentro desta reforma: espiritualistas, racionalistas e anabatistas. Os anabatistas rechaçaram a união da igreja e estado e repudiaram o batismo infantil, constituindo-se em igrejas independentes ou segregadas. A maior aportação à modernidade descansaria em sua persistente promoção da separação entre a igreja e o estado, a liberdade religiosa pessoal e o exercício de um governo plenamente democrático em suas congregações.

ISLAMISMO

                                                                                                                      

                                                        Alá (Allah) em árabe.                                                                                           
ETIMOLOGIA

Islão provem do árabe Islām, que por sua vez deriva da quarta forma
verbal da raiz slm, aslama, e significa "submissão (a Deus)".
Segundo o arabista e filólogo José Pedro Machado, a palavra "Islão"
não teria surgido na língua portuguesa antes de 1843, ano em que
aparece no capítulo IX da obra Eurico, o Presbítero, de Alexandre
Herculano.
O Islão é descrito em árabe como um "diin", o que significa "modo de
vida" e/ou "religião" e possui uma relação etimológica com outras
palavras árabes como Salaam ou Shalam, que significam "paz".
Muçulmano, por sua vez, deriva da palavra árabe muslim (plural,
muslimún), particípio activo do verbo aslama, designando "aquele que
se submete". O vocábulo pode ter penetrado no português a partir do
castelhano, sendo provável que essa língua o tenha tomado do
italiano ou do francês, línguas nas quais o vocábulo surge em 1619 e
1657, respectivamente (no primeiro caso como mossulmani, na obra
Viaggi, de Pietro della Valle, e no segundo como mousulmans, na obra
Voyages, de Le Gouz de la Boullaye).
Em textos mais antigos, os muçulmanos eram conhecidos como
"maometanos", este termo tem vindo a cair em desuso porque implica,
incorrectamente, que os muçulmanos adoram Maomé (como, durante
alguns séculos, por completo desconhecimento, o Ocidente pensou), o
que torna o termo ofensivo para muitos muçulmanos. Durante a Idade
Média e, por extensão, nas lendas e narrativas populares cristãs, os
muçulmanos eram também designados como sarracenos e também por
mouros (embora este último termo designasse mais concretamente os
muçulmanos naturais do Magrebe, que se encontravam na Península
Ibérica).
Islão pode se referir também ao conjunto de países que seguem esta
religião (a jurisprudência islâmica utiliza nesse caso a expressão
Dar-al-Islam, "casa do Islão").

ISLAMISMO

Islamismo, Islão (português europeu) ou Islã (português brasileiro)
(em árabe: الإسلام, al-Islām) é uma religião abraâmica monoteísta
articulada pelo Corão, um texto considerado por seus seguidores como
a palavra literal de Deus (em árabe: الله, Allāh), e pelos
ensinamentos e exemplos normativos (a chamada suna, parte do hadith)
de Maomé, considerado pelos fiéis como o último profeta de Deus. Um
adepto do islamismo é chamado de muçulmano.
Os muçulmanos acreditam que Deus é único e incomparável e o
propósito da existência é adorá-lo. Eles também acreditam que o islã
é a versão completa e universal de uma fé primordial que foi
revelada em muitas épocas e lugares anteriores, incluindo por meio
de Abraão, Moisés e Jesus, que eles consideram profetas. Os
seguidores do islã afirmam que as mensagens e revelações anteriores
foram parcialmente alteradas ou corrompidas ao longo do tempo, mas
consideram o Alcorão como uma versão inalterada da revelação final
da Deus.  Os conceitos e as práticas religiosas incluem os cinco
pilares do islã, que são conceitos e atos básicos e obrigatórios de
culto, e a prática da lei islâmica, que atinge praticamente todos os
aspectos da vida e da sociedade, fornecendo orientação sobre temas
variados, como sistema bancário e bem-estar, à guerra e ao meio
ambiente.
A maioria dos muçulmanos pertencem a uma das duas principais
denominações; com 80% a 90% sendo sunitas e 10% a 20% sendo xiitas.
Cerca de 13% de muçulmanos vivem na Indonésia, o maior país
muçulmano do mundo. 25% vivem no Sul da Ásia, 20% no Oriente Médio,
2% na Ásia Central, 4% nos restantes países do Sudeste Asiático e
15% na África Subsaariana. Comunidades islâmicas significativas
também são encontradas na China, na Rússia e em partes da Europa.
Comunidades convertidas e de imigrantes são encontradas em quase
todas as partes do mundo (veja: muçulmanos por país). Com cerca de
1,41-1,57 bilhão de muçulmanos, compreendendo cerca de 21-23% da
população mundial, o islã é a segunda maior religião e uma das que
mais crescem no mundo.

CRENÇAS
O Islão ensina seis crenças principais:

    a crença em Alá (Allah), único Deus existente;
    a crença nos anjos, seres criados por Alá;
    a crença nos livros sagrados, entre os quais se encontram a Torá, os Salmos e o Evangelho. O Alcorão é o principal e mais completo livro sagrado, constituindo a colectânea dos ensinamentos revelados por Alá ao profeta Maomé;
    a crença em vários profetas enviados à humanidade, dos quais Maomé é o último;
    a crença no dia do Julgamento Final, no qual as acções de cada pessoa serão avaliadas;
    a crença na predestinação: Alá tudo sabe e possui o poder de decidir sobre o que acontece a cada pessoa.


DEUS

A pedra basilar da fé islâmica é a crença estrita no monoteísmo. Deus é considerado único e sem igual. Cada capítulo do Alcorão (com a exceção de um) começa com a frase "Em nome de Deus, o beneficente, o misericordioso". Uma das passagens do Alcorão frequentemente usadas para ilustrar os atributos de Deus é a que se encontra no capítulo (sura) :59.

"Ele é Deus e não há outro deus senão Ele, que conhece o invisível e o visível. Ele é o Clemente, o Misericordioso!

Ele é Deus e não há outro deus senão Ele. Ele é o Soberano, o Santo, a Paz, o Fiel, o Vigilante, o Poderoso, o Forte, o Grande! Que Deus seja louvado acima dos que os homens lhe associam!

Ele é Deus, o Criador, o Inovador, o Formador! Para ele os epítetos mais belos" (59, 22-24).


OS ANJOS




Os anjos são, segundo o Islão, seres criados por Alá a partir da luz. Não possuem livre arbítrio, dedicando-se apenas a obedecer a Deus e a louvar o seu nome. Maomé nada disse sobre o sexo dos anjos, mas rejeitou a crença dos habitantes de Meca, de acordo com a qual eles seriam os filhos de Deus. Desempenham vários papéis, entre os quais o anúncio da revelação divina aos profetas; protegem os seres humanos e registram todas as suas acções. O anjo mais famoso é Gabriel, que foi o intermediário entre Deus e o profeta.

Para além dos anjos, o islamismo reconhece a existência dos jinnis, espíritos que habitam o mundo natural e que podem influenciar os acontecimentos. Ao contrário dos anjos, os jinnis possuem vontade própria; alguns são bons, mas de uma forma geral são maus. Um desses espíritos maus é Iblis (Satanás), também ele um jinn, segundo a crença islâmica, que desobedeceu a Deus e dedica-se a praticar o mal.

OS LIVROS SAGRADOS


Os muçulmanos acreditam que Deus usou profetas para revelar escrituras aos homens. A revelação dada a Moisés foi a Taura (Torá), a Davi foram dados os Salmos e a Jesus o Evangelho. Deus foi revelando a sua mensagem em escrituras cada vez mais abrangentes que culminaram com o Alcorão, o derradeiro livro revelado a Muhammad.

OS PROFETAS

O islamismo ensina que Deus revelou a sua vontade à humanidade através de profetas. Existem dois tipos de profeta: os que receberam de Deus a missão de dar a conhecer aos homens a vontade divina (anbiya; singular nabi) e os que para além dessa função lhes foi entregue uma escritura revelada (rusul; singular rasul, "mensageiro")

Cada profeta foi encarregado de relembrar a uma comunidade a existência ou a unicidade de Deus, esquecida pelos homens. Para os muçulmanos, a lista dos profetas inclui Adão, Abraão (Ibrahim), Moisés (Musa), Jesus (Isa) e Maomé (Muhammad), todos eles pertencentes a uma sucessão de homens guiados por Deus. Maomé é visto como o Último Mensageiro, trazendo a mensagem final de Deus a toda a humanidade sob a forma do Alcorão, sendo por isso designado como o "Selo dos Profetas". Quando Maomé começou a revelar o Alcorão, ele não acreditou que isso teria proporções mundiais, mas sim que somente reforçaria a fé no Deus.

Esses profetas eram humanos mortais comuns, o Islão exige que o crente aceite todos os profetas, não fazendo distinção entre eles. No Alcorão, é feita menção a vinte e cinco profetas específicos.

Os muçulmanos acreditam que Maomé foi um homem leal, como todos os profetas, e que os profetas são incapazes de acções erradas (ou mesmo testemunhar acções erradas sem falar contra elas), por vontade de Alá.

                    Miniatura persa que retrata a ascensão de Maomé ao céu.